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26

Mar 2019

O Dom da Existência (En portugués)

Publicado por

Por Afonso Celso Candeira Valois, Engenheiro Agrônomo, Mestre, Doutor e
Pós-Doutor em Genética, Melhoramento de Plantas e Biotecnologia, Pesquisador Aposentado da Embrapa.

Em 15 de março de 2019 tive o grande privilégio divino de recordar que às 11:00 de uma bela manhã ensolarada de 15 de março de 1945 vim ao mundo, em São Luís do Maranhão, por obra e graça de Deus e Nossa Senhora da Conceição muito bem representados pela minha estimada e saudosa mãe Cândida Candeira Valois e pelo meu precioso e saudoso pai Oscar Valois. Portanto, nesta data tenho a honra e a humildade de divulgar os meus sortudos, festivos e operativos 74 anos de nascido. Desde 1945, ano sagrado para mim, que procedeu a um duro período de guerra mundial, até aos dias atuais tive a sorte de acompanhar e mesmo modestamente contribuir em pequena parte das maravilhosas ondas do desenvolvimento da humanidade, conforme artigo que escrevi e tive a grata oportunidade de publicar na excelente Revista RG News e na festejada página do PROCITROPICOS, além da minha própria página do Facebook. Sempre muito bem cercado por pais, avós, bisavós, irmãos, tias, tios, primas, primos, amigas e amigos, e atualmente pela minha estimada esposa Marília Rodrigues Alves Valois, filha, filhos, neta e demais diletos parentes observei inúmeros avanços de desenvolvimento técnico, científico e tecnológico no mundo.

Vi as pessoas usarem as máquinas de datilografia manuais, onde antes os alunos frequentavam turmas de aprendizagem com os teclados cobertos com caixas de madeira. Depois vieram as máquinas elétricas IBM, que também tiveram avanço tecnológico, pois daquele lápis borrador de cor amarela passaram a ter corretores acoplados, que foi um alívio para as excelentes secretárias que tive em Manaus (AM), no início da minha carreira de pesquisador. Depois vieram os computadores de porte tão elevado que mais pareciam um trator, barulhentos e de comando complexo, conforme tive a sorte de vê pela primeira vez na ESALQ-USP (em curso de mestrado, depois doutorado), sendo que a evolução foi deveras espetacular, atualmente cabendo no bolsinho de um colete de paletó. Tive ainda a sorte de conhecer a cidade alemã de Leipzig, onde foi produzido o primeiro computador IBM. Atualmente é cintilante o caminho aberto por modernos computadores e programas que em muito estão facilitando a digitação e envio de mensagens, usando o grande achado chamado internet, progredindo para a conectividade geográfica, que modestamente chamo de “a sexta onda do desenvolvimento humano”.

O aparecimento do cassete e disquete depois evoluindo para CD e videotape são de citação relevante. Também houve um avanço significativo nas máquinas de costura, pois daquelas obsoletas usadas com habilidade pela minha querida e saudosa avó Luzia Moreira da Silva, na atualidade são sofisticadas e industriais. As geladeiras fidalgas, ferros de engomar que passaram do uso do carvão em brasa para elétricos, secadores, ventiladores elétricos, fogões que começaram com aqueles à lenha, micro-ondas, panela de pressão, pilão e máquina de torrar café, máquina de moer carne, facilidade no preparo do café e chocolate solúvel, uso de edulcorantes artificiais e naturais, relógios de pulso, relógios de parede, relógios de bolso, e demais apetrechos de uso pessoal, domésticos e de cozinha também tiveram um avanço admirável.

Acompanhei a passagem da utilização das caixinhas de fósforo que ainda hoje existem para os isqueiros personalizados, onde logo no início da nova tecnologia os melhores eram de marca alemã por ter uma “caixinha de fósforo acoplada como segurança de não negar fogo”. No período houve bastante evolução no processo de iluminação ambiental, vindo desde as lamparinas a querosene, velas, candeeiros, lanternas, holofotes, lâmpadas Led, postes de ferro, postes de cimento, sofisticados sistemas de grande alcance de iluminação, e a passagem dos barulhentos aparelhos de ar condicionado para os atuais de sons suaves e econômicos.

Foi muito bem-vindo o aparecimento das primeiras maquininhas de calcular, onde algumas pessoas assombradas com o grande invento, “depois de proceder aos cálculos refaziam as contas no bico de lápis para ter a certeza de que as operações estavam corretas”. Como também tiveram pronunciado avanço os componentes da mídia escrita, falada e televisiva, atualmente com grande alcance, com destaque para os sinais de TV, pois quando apareceram no Brasil eram em preto e branco, depois coloridos e hoje em HD digital e outros fenômenos tecnológicos. Lembro que certa vez, em 1969, vi em Manaus (AM) uma loja comercial que vendia TVs, pois às vezes um sinal televisivo chegava da Venezuela- atualmente com a instalação vitoriosa da zona franca de Manaus tudo ou quase tudo mudou para melhor! Fiquei bastante contente ao ganhar de presente da minha altiva mãe, o meu primeiro radinho de pilhas, pois daquelas grandes caixas de madeira, às vezes com olho mágico, passaram para sofisticados aparelhos de comunicação. Com relação aos meios de transporte não se pode olvidar o espetacular avanço das aeronaves passando daqueles lentos aparelhos para os aviões supersônicos, incluindo a criação dos atuais drones utilitários.

Os ônibus de carroceria de madeira e pesado motor na dianteira passaram para veículos sofisticados articulados, incluindo os impressionantes BRTs que substituíram os famosos bondes nas grandes cidades. Felizes aquelas pessoas que usaram os bondes com delicados reboques chamados de caradura em São Luís (MA)- o animado passeio noturno até ao bairro Anil era fenomenal! Os automóveis e demais veículos de pequeno e grande porte também tiveram impressionante evolução- atualmente já está sendo anunciada a venda, no Brasil, dos primeiros automóveis elétricos ainda produzidos no Japão! Esses transportes motorizados tiveram um surpreende “breackthrough” no Brasil, que foi o uso do etanol da cana-de-açúcar, que encantou o mundo e foi copiado, com a sutileza dos funcionais carros híbridos- tive a grande satisfação em uma noite gelada nos EUA assisti ao Presidente Bush (pai), noticiar pela TV, o lançamento do programa de metanol oriundo do milho, com o mesmo fim de uso em veículos dado no Brasil, dando como bom exemplo, o programa brasileiro de etanol da cana-de-açúcar!

Quem não se lembra das famosas máquinas Maria Fumaça no transporte de passageiros que evoluíram para modernos e sofisticados trens balas? Excelente avanço também aconteceu em navios, recreios, lanchas, submarinos e demais embarcações. O que dizer das bem aventuradas fotocopiadoras produzindo as salvadoras cópias Xerox, ultrapassando os famosos mimeógrafos muito bem utilizados pelo meu saudoso pai? Houve também avanços significativos quanto à telefonia, aparelhos celulares e outros meios de comunicação que em 1945 não existiam- certa vez vi em Kuala Lumpur (Malásia), em um restaurante, cinco amigos sentados ao redor de uma mesa, se comunicando vis-à-vis com o uso de celulares, verdadeiramente encantados com o achado tecnológico! É impressionante o que pode ser feito com um smartphone à mão na atualidade. Lembro que o primeiro aparelho celular que possui mais parecia um tijolão. Não posso olvidar a lembrança do canto do Valois (meu querido e inesquecível avô paterno- comerciante de feliz sucesso nos negócios), caminho grande, rua do matadouro, estação de bondes, estação de trens, rua grande, canto da viração, outeiro da cruz, cinemas eden, rox, rex, passeio, cine anil, rivoli e monte castelo, mercado central, mercado do joão paulo, loja ferro de engomar, praça João Lisboa e quiosques históricos, praça Gonçalves Dias, hotel central, edifício João Goulart, Igreja da Sé, Igreja do Carmo, Igreja da Conceição, Igreja de São José de Ribamar, fonte do rebeirão, contos sobre Ana Jansen que amedrontavam as pessoas, avenida beira-mar, rua dos veados, beco da bosta, rua do sol, rua dos afogados, bairros: monte castelo, joão paulo, jordoa, anil, turu, coreia, alemanha e maranhão novo, rádios: timbira, difusora, ribamar e educadora, palácio dos leões, cemitério do gavião, estádio Santa Izabel, estádio Nhozinho Santos, estádio Castelão, clubes de futebol: Sampaio Corrêa, Moto Club, Maranhão Atlético Clube, Ferroviário e Vitória do Mar, clube Lítero Recreativo Português, clube Jaguarema, clube Casino, times de futebol de salão (Futsal): Atenas, Proton, Santelmo, Drible, Rodrigues Alves ( este eu ajudei a fundar e jogava- nunca perdemos), primeira quadra poliesportiva coberta de São Luís, colégios: Liceu (aqui eu estudei), Marista, Ateneu, São Luís (aqui eu também estudei), Centro Caixeiral (também estudei aqui), Academia de Comércio, Colégio Vicente de Paulo, Escola Normal, Santa Tereza, Santa Terezinha (onde fiz o jardim e primário- era das minhas estimadas tias), Santa Luzia (pertencia à minha inesquecível genitora), belas praias: olho d’água, araçagy, praia do meio, calhau e ponta da areia, 24 Batalhão de Caçadores, do EB, aeroporto do Tirirical, porto do Itaqui- para embarcações de grande calado- exportação e importação  (todos localizados em São Luís-MA).

Vi ainda em São Luís, pela primeira vez, o voo de um helicóptero- as pessoas corriam atrás para melhor observar, como também apreciei o voo de um zeppelin, veículo atualmente extinto! Também vale recordar a Rua Boa Morte, em Piracicaba (SP), município de Cruz das Almas (BA), deserto de sonora, órgãos de montanhas e os impressionantes “Canyon” e “Bat Cave”, nos EUA, Los Yungas de La Paz com a sua assustadora rodovia- uma das 10 mais perigosas do mundo, onde está a chamada curva das mortes- inúmeras cruzes brancas em um precipício horroroso, com três montanhas contíguas que parecem com as amáveis figuras dolorosas de três madres orando pelos mortos, além da linda cachoeira “Véu das Noivas”, na Bolívia, locais onde estive neste belo período. No esporte, um avanço significativo que senti foi na redução do peso das bolas de futebol de salão, o futsal da atualidade, como também das bolas de futebol, vôlei e basketball, onde aquelas do esporte bretão passaram da cor marrom (brancas nos jogos noturnos) para as variadas tonalidades atuais, além dos inteligentes esquemas de jogo e modernização das regras. Que tal relembrar os cinco títulos mundias do Brasil no futebol ocorridos neste período? Como também de o ser humano pisar na Lua? Outros avanços espetaculares também ocorreram na geração de equipamentos de laboratório para os mais variados fins técnicos, científicos e inovação, que permitiram resultados espetaculares como a decifração das belas fitas semi conservativas do DNA em 1953, além do sequenciamento do DNA, marcadores moleculares, DNA recombinante- grande aplicação na geração de plantas transgênicas, bioinformática, nanotecnologia, decomposição dos graus de liberdade em análises estatístico-genéticas, pesquisas em epigenética e estudos criativos sobre a projeção da participação de mais 4 bases nitrogenadas (artificiais) na composição do código genético.

No período houve ainda espetaculares avanços no tratamento da saúde humana e animal, quando foram quebrados vários paradigmas, com o tratamento preventivo e curativo de pacientes, além do desenvolvimento de equipamentos de primeira geração. Será que a medicina com consulta televisiva progredirá? Espero! Também foram desenvolvidos métodos e técnicas especiais na seleção de plantas para resistência e tolerância a condicionantes bióticos e abióticos, respectivamente, de enorme utilidade para o grande sucesso atual do agronegócio brasileiro! Se as ondas modernas do desenvolvimento humano passaram pela agricultura (com cerca de 11 mil anos), matemática, física, química, indústria, informática, biotecnologia e bioinformática, na atualidade o destaque é para a conectividade geográfica (citada acima), com a excelência da criação e aplicação das fantásticas redes internacionais de computadores, que em 1945 era muito difícil de sequer se imaginar- a inteligência artificial também já é uma realidade! Também não posso deixar de citar a grandeza da importância das redes sociais computadorizadas para a informação e integração das pessoas. No âmbito escolar, o avanço de realce foi sair dos quadros negros e giz branco, e passar para os quadros verdes e giz de cor, adentrando atualmente às aulas sendo ministradas em mídia, conforme tive a sorte de usar na UEA/CEST (Tefé-AM), após a minha aposentadoria da Embrapa, muito embora o velho quadro verde sempre ficasse na “regra três”. Sair da temerosa palmatória furadinha ao meio para métodos mais modernos e humanos de correção de alunos faltosos foi muito importante aos direitos fraternos dos estudantes. No CEST fui muito bem sucedido nas seis disciplinas que ministrei, tendo inclusive testado oito métodos de ensino com base na sustentabilidade da educação, conforme citado abaixo, elaborado e publicado mais de 150 artigos advindos dos seminários e notas técnicas dos discentes, tendo os alunos como autores e coautores, comigo aparecendo apenas como professor-orientador, o que foi muito bom para o enriquecimento dos CVs dos discentes. Além disso, elaborei e publiquei um artigo sobre a “sustentabilidade da educação (ensino, pesquisa, extensão), que começa na família”, que juntei aos demais louros obtidos no CEST e publiquei na conceituada Revista RG News, além da página do PROCITROPICOS e da minha página do Facebook.

Outra passagem de realce foi como secretário municipal de meio ambiente em Tefé (AM), de professor associado em curso de pós-graduação da UnB, além de participar da criação do primeiro curso de pós-graduação em Agronomia Tropical daquela conceituada universidade, no nível de mestrado. Outra parte que acompanhei e atuei com bastante desenvoltura foi na própria modernização da pesquisa agropecuária no Brasil, pois fui peça atuante desde o EPE, depois DNPEA e atualmente Embrapa. Atuei e Vi a instituição passar do modelo difuso para o modelo concentrado de pesquisa e desenvolvimento, criei o modelo concentrado, regionalizado e integrado em pesquisa com seringueira e dendê, participei do aplicável processo de a Embrapa passar do método de oferta para demanda de tecnologia, dos famosos pacotes tecnológicos e sistemas de produção para as atuais boas práticas agrícolas/agropecuárias, comandei vários planos, programas e projetos de pesquisa, fui chefe adjunto técnico e chefe-geral em dois centros de pesquisa de grande porte e participado da criação de várias unidades descentralizadas da Embrapa, especialmente na Amazônia, integrei equipes do Procitropicos quanto à vitoriosa ação desse programa internacional em países amazônicos, participei do processo de avaliação de chefes-gerais de várias unidades descentralizadas da Embrapa, acompanhei a evolução da Embrapa quanto à criação do sistema de publicações, gostei tanto que atualmente tenho cerca de 700 trabalhos técnico-científicos publicados. Selecionei inúmeros clones de seringueira e guaranazeiro, bem como sintetizei o composto de milho Manaus e selecionei genótipos de estévia e outros.

Criei instituto e centro de pesquisa, participei ativamente da criação e organização de outras unidades de pesquisa da Embrapa, fiz parte da equipe que elaborou o primeiro plano diretor da Embrapa em 1988 e planejamento estratégico, bem como coordenei o convênio entre a Embrapa, MAPA, Governo do Maranhão e instituições da sociedade civil organizada para o desenvolvimento de pesquisa agropecuária naquele Estado, que culminou com a criação da atual Embrapa Cocais. Ainda foi bastante relevante integrar equipes para o desenvolvimento de consistentes programas de interesse da Amazônia, como o SIVAM/SIPAM, Nossa Natureza, OTCA, Procitropicos e muitos outros! Foi também bastante salutar coordenar o convênio da Embrapa com o Sistema S para o desenvolvimento do programa alimentos seguros, muito bem sucedido. Coordenei a elaboração do programa de irrigação do Nordeste, onde inclusive criei uns eventos com o título “no âmbito das águas”. Tive excelentes orientadores, como também tive a primazia de orientar inúmeros trabalhos de TCC, monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado, orientar colegas em cursos de pós-graduação, revisão de inúmeros trabalhos técnico-científicos, principalmente para publicação pela conceituada revista da Embrapa, Pesquisa Agropecuária Brasileira (PAB), conhecer 26 países em missão oficial compondo ou não delegações brasileiras, ouvi inúmeros elogios à Embrapa, fui agraciado com distinção e louvor na minha tese de doutorado, com nota 10 em todos os exames a que me submeti durante o curso de doutorado na ESALQ-USP, do que humildemente muito me orgulho, obtive grande sucesso no pós-doutorado nos Estados Unidos, com boas pesquisas biotecnológicas em Tomate e Estévia, onde inclusive recebi menção da rede de televisão NBC em reportagem no âmbito nacional, além da divulgação no Brasil através do Jornal “O Estado de São Paulo”. Realizei inúmeras viagens de estudos e levantamentos com destaque para aquelas desenvolvidas na Bolívia, Venezuela, Colômbia, Peru, Chile, Angola, Portugal e Itália. Ainda obtive o reconhecimento como Amigo da Abin, recebi menção de destaque quando atuei como professor da UEA/CEST, recebi várias recomendações e indicações inclusive para compor a ABC. Aproveitei a oportunidade da primeira experiência da Escola de Agronomia da Amazônia, atualmente Universidade Federal Rural da Amazônia, localizada em Belém (PA), em efetuar exame vestibular fora de Belém, bem como aproveitei muito bem o período para frequentar o CPOR e sair como Segundo Tenente R2, após ficar como Aspirante a Oficial no 27 BC por mais de 60 dias, em Manaus (AM). Como Engenheiro Agrônomo, em 08/12/2017 tive a sorte de completar 50 anos de formado, um belo “Jubileu de Ouro”.

Recentemente elaborei um extenso documento particular que denominei de “Histórias Inusitadas”, onde incluo passagens engraçadas ocorridas ao longo da minha extensa vida profissional, mas com seriedade destaco a subida e descida dos 342 degraus da ida à cúpula da Basílica São Pedro, no Vaticano (Itália), bem como dos 200 degraus da escadaria que ascende à Igreja das Missões em Tefé (AM). Aqui encerro este breve comunicado para não passar em branco esta feliz passagem de aniversário dos 74 anos de idade, o que também estou fazendo através da página do PROCITROPICOS e da minha página do Facebook, que inclusive correspondem um excepcional avanço tecnológico da comunicação, através dos quais tenho tido a honra e a satisfação de divulgar artigos de cunho técnico-científico endereçados aos meus mais de 1.000 gratos amigos e estimados leitores em geral Mas sempre com humildade, pois onde houver um bom sempre haverá um melhor, considerando que ninguém é bom geral. Inúmeras outras descobertas de grande realce foram efetuadas nestes 74 anos, mas deixo em aberto à contribuição adicional dos caros leitores. Este é o meu singelo presente!



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